Red tiger
 
   capítulo 03  
 

Autora:  Anushka  

Email angel_froid@hotmail.com

Gênero:. Romance, Mistério.

Censura: PG   

Série: Saint Seiya

Casal:  Kamus X Milo, Aioria X Mu, Ikki X Shaka e outros!

Advertências: Yaoi Lemon, AU.

Retratações: Os personagens principais são propriedades de Masami Kurumada e das empresas japonesas que os fabricam. Eu não ganho dinheiro nenhum dinheiro com eles.   

 

 

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Capítulo 3: O Passado que Assombra

-Papai, onde o senhor está me levando?

-Cale-se.

-Mas... Por que eu estou vestindo essa túnica?

-Já disse para calar-se, não ouviu?

-Desculpe.

Estava escuro e as poucas luzes das ruas de Athenas iluminavam o rosto cansado de um homem ruivo. Em uma das mãos ele puxava um garotinho tão ruivo quanto ele, que tinha extrema dificuldade em acompanhar seu passo rápido.

-Papai, onde estamos?

O homem não respondeu, mas o garotinho continuou a encará-lo, como se pudesse de alguma forma obter a resposta lendo a alma do pai.

-Papai, por que o senhor está nervoso?

O menino se calou ao notar que entravam em um beco escuro. Estava esfriando, mas ele não sentia frio, apenas ansiedade e uma vontade enorme de fugir dali.

Os dois pararam em frente a uma porta na lateral de um prédio, onde um homem lhes deu passagem.

-Pode entrar, senhor, ele está ali. – O garoto acompanhou o pai até uma sala bem iluminada, onde um homem jovem e muito bonito bebia um líquido cristalino.

-Aqui está. O que pretende?

-Isso não é da sua conta. Traga o menino até aqui.

-E que garantia eu tenho de que receberei o que é meu? – O jovem sorriu e um outro rapaz igual a ele trouxe uma maleta preta.

-Não se preocupe senhor, o dinheiro está aqui... Quinze milhões em notas de cem como o senhor pediu. Agora deixe que o meu irmão veja o garoto.

O homem ruivo encarou os dois rapazes e abriu a maleta, olhando as notas rapidamente. Soltou o braço do filho e deixou que o gêmeo que estava sentado o puxasse.

-Vem aqui, menino... – O pequeno tentou andar sem tropeçar nos próprios pés, sentindo as lágrimas encherem seus olhos, quando percebia o que estava acontecendo ali. – Não chore... Eu vou cuidar muito bem de você...

Ambos os gêmeos sorriram cúmplices e o que estava de pé segurou o homem ruivo pelo braço, encarando-o com um olhar assassino.

-Suma. Você não vai querer estar por perto quando esse menino crescer e aprender tudo que nós sabemos...

-Kanon, deixe-o ir em paz. Eu já tenho o que quero. – Kanon concordou e soltou o homem, que saiu rápido da sala, deixando o filho com o outro gêmeo.

-Pa-papai... – O garotinho começou a chorar, esticando a mãozinha livre em direção à porta, mas o homem não retornou.

-Calma, criança... Não vamos lhe fazer mal. Como se chama? – O pequeno encarou o homem que o segurava pela mão e limpou as lágrimas.

-Ka-Kamus...

-Kamus... Eu me chamo Saga e aquele é meu irmão... Kanon.

Ambos os gêmeos sorriram, enquanto o menino confuso tentava guardar bem seus nomes. Kamus ainda não entendia porque seu pai o deixara ali, em troca de dinheiro, mas um dia viria a entender muito bem.

oOoOo

 

Kamus acordou assustado no meio da noite. Milo estava sentado em sua cama o encarando com curiosidade.

-O que foi?

-O que foi? Você estava gritando, se debatendo... Eu acabei acordando. Você está bem?

-Estou ótimo. – Kamus mentiu, tirando o suor frio da testa. Ainda sentia seu corpo tremer e sabia que não convenceria Milo.

-Olha, eu já aprendi que você é fechado e não gosta que ninguém chegue muito perto de você, mas... Eu queria ajudar. Eu vejo que você sofre, Kamus... Você está sempre nervoso, estressado e zangado... Isso faz mal, você devia relaxar... Ou pelo menos deixar eu me aproximar.

O francês observou Milo com uma certa irritação no olhar, mas apenas se abraçou aos próprios joelhos, se permitindo estar vulnerável por instantes.

-Kamus, se não quiser contar o que te deixa assim, ao menos me deixe te acalmar? – O grego esticou a mão, um pouco apreensivo, e tocou o rosto pálido do ruivo. – Não é tão ruim assim... Por favor, deixa?

Aos poucos Milo conseguiu se aproximar o suficiente para abraçar Kamus e sentir o corpo forte do ruivo estremecendo levemente. Ambos ficaram calados, o aquariano por ainda sofrer os efeitos do pesadelo e Milo apenas por respeito.

-Eu não queria... Mas gosto de você, Kamus... Não gosto de pensar que algo te perturba dessa forma.

Naquela noite Kamus não tocou no assunto e se permitiu dormir ao lado de Milo, desde que o grego não tivesse idéias a seu respeito. E no dia seguinte o ar naquele antigo Santuário parecia estranhamente perfumado e mais agradável.

oOoOo

Numa sala bem iluminada e espaçosa um rapaz de kimono negro andava calmamente, passando por entre os homens que o esperavam. Sentou-se na cabeceira de uma mesa negra e longa e os esperou sentarem também.

-Boa noite, senhores. – Os outros responderam sorrindo insinuantes, mas o rapaz não se alterou e levantou os olhos para um garoto parado na porta. – Ikki, feche a porta, sim?

O menino fechou a porta dupla, deixando seu mestre mais à vontade na companhia de mais seis homens importantes. Observou então, que o loiro estava preocupado com alguma coisa... Algo estava fora de lugar.

A reunião começou calmamente, porém um dos senhores parecia desaprovar tudo que Shaka dizia e isso não era aconselhável a nenhum mortal.

-Desculpe, eu não acho que um garoto da sua idade possa entender disso mais do que eu, que tenho muito mais experiência. – Ele disse com um sorriso cínico, o que fez o sangue de Shaka ferver.

-Garoto? – O loiro sorriu e levantou-se da cadeira, subiu em cima da mesa e se ajoelhou em frente ao homem. Os outros não ousavam sequer respirar e Ikki acompanhava os movimentos de seu senhor com a paixão de um fanático.

-Entenda, eu não quero lhe ofender, mas você tem muito menos idade que eu e...

-Sim, eu posso ver isso. Gosta de garotos? – Era visível que o indiano gostava de provocar. Ele sentou-se sobre os calcanhares, com um sorriso malicioso, vendo o homem concordar com a cabeça. – Sabe, por vezes eu recebo convites indecentes dos homens que fazem negócios conosco, mas o senhor é o primeiro que se atreve a me afrontar, sem antes me desejar.

O homem sorriu muito insinuante, observando que Shaka abria com as duas mãos a frente de seu kimono, mostrando o peito pálido e definido por debaixo. Aquilo deveria ser o suficiente para enlouquecer aquele homem.

-O fato de eu não demonstrar não significa que não desejo. – O indiano sorriu e permitiu que o homem colocasse uma das mãos em sua coxa direita, enquanto passava a outra por dentro de seu kimono.

-Então o senhor disfarça muito bem... – O sussurro foi dirigido apenas ao senhor sentado em frente a ele, que parecia se animar muito com a facilidade que o loiro demonstrava em ser tocado.

Só que a mão do homem abriu mais o kimono do jovem, chegando a tentar desatar a faixa que o prendia na cintura. Shaka sorriu malicioso, segurando a mão do senhor.

-Infelizmente para o senhor, odeio que me afrontem e odeio que velhos tarados, como o senhor, tentem qualquer coisa comigo. – O sorriso do indiano desapareceu e no lugar uma fria lâmina surgiu, cortando a cabeça do homem fora do pescoço. – Mais alguém?

Shaka deixou que a parte de cima do kimono escorresse e ficasse pendurada em sua cintura, enquanto guardava a espada na bainha. Os homens se chocaram, mas não ousaram lhe confrontar mais.

-Espero que sirva de lição. – Ele ficou de pé, no centro da mesa, encarando os outros de cima, com uma voz autoritária. – Qualquer um que ouse ir contra minha opinião ou que tente qualquer coisa desagradável como esta perderá a cabeça, ou quem sabe eu deva cortar outra coisa fora? – Ele dirigiu um olhar sádico a um homem na ponta da mesa, que parecia perdido em seu corpo perfeito e musculoso.

-Não senhor, quero dizer, sim senhor! – Respondeu, aturdido, o tal homem.

Shaka levantou as sobrancelhas, o que aquele verme fazia ali? Nem sabia o que estava dizendo...

-Talvez eu esteja fazendo um favor para a humanidade matando vocês. – Ikki ainda estava parado na porta e exibia uma enorme ereção, sem sequer pretender escondê-la. – Fênix? Quer matá-los?

-Não, mestre... Eu quero outra coisa... – Shaka o encarou surpreso com a ousadia do rapaz, Ikki parecia muito mais inocente do que realmente era.

-Outra coisa? Aproxime-se. – A voz do virginiano se tornava mais melodiosa, enquanto falava com Ikki.

Ele observou o garoto se aproximar, parando na cabeceira da mesa, ainda sem tirar os olhos de si. Os cinco homens que restavam se sentiram um pouco desconfortáveis com a aparente ereção que Fênix apresentava, mas não ousaram falar ou mesmo se levantar.

O loiro sentou-se, então, sobre os calcanhares, passando uma das mãos no rosto de Ikki. Riu divertido quando o moreno se arrepiou e sorriu daquele jeito possessivo, como se fosse consumir seu corpo apenas com o olhar.

-Você quer aqui? Agora?

-Sim... O senhor deixa?

-Deixo... Mas me promete que se livra desses vermes depois? – Shaka sentou-se na mesa, largando a espada e chegando para o centro, sem parar de encarar Ikki.

-Tudo que me ordenar, mestre... – Enquanto se posicionava confortavelmente sobre a mesa, encarou Fênix, que abria a parte de cima do kimono, até estar livre para engatinhar para perto de si. – Eles vão observar?

-Por que não? Os pobres diabos não possuem alegria na vida... Além do mais você irá matá-los depois. – Shaka sentiu um certo orgulho ao notar o corpo de Ikki se arrepiando por inteiro. O garoto, assim como o resto da população mundial não era imune ao seu charme.

-Como queira.

Shaka quase não teve tempo de respirar, seus lábios foram tomados com violência, enquanto suas pernas eram afastadas por Ikki. Ambos gemiam, abafado pelo beijo quente que trocavam e se acariciavam com pressa.

Os homens em volta não sabiam o que fazer. Poderiam fugir ou matar os dois, mas ao lado de fora outros ninjas e guerreiros os estariam esperando, além do mais era um privilégio sem tamanho assistir Shaka ser possuído.

-Ahn... – Ikki gemeu mais alto ao ter o lábio inferior mordido pelo loiro, mas ao invés de se irritar apenas lançou ao outro um sorrisinho insinuante, que muito queria dizer àquele anjinho pervertido.

-Vem logo, Fênix... Sou todo seu, me possui. – O moreno não esperou uma segunda ordem, abriu o kimono negro de Shaka, constatando uma ligeira falta de roupa de baixo. Lambeu os lábios e os levou até aquele membro inchado, que já pingava, chupando e lambendo sua extensão.

Shaka gemeu mais alto, empurrando a cabeça de Ikki para baixo, fazendo o garoto engolir mais de sua ereção. Os senhores agora não tinham dúvidas de que era a melhor maneira de morrer.

-Ahn... Fênix, já chega. – Ele se remexia na mesa, abrindo mais as pernas, deixando os fios loiros, sempre tão arrumados, se espalharem assim como seu kimono aberto.

Ikki soltou o membro de seu mestre com alguma aparente relutância e voltou a beijar-lhe os lábios, deixando-os vermelhos e inchados. O moreno ainda sorriu malicioso, vendo o desejo estampado no rosto de cada homem naquela sala, mas apenas ele podia tocar aquele anjo.

-Quer que te possua agora? – Shaka viu que ele não conseguia deixar de provocar um pouco, levantando seus quadris e esfregando o sexo entre as nádegas do loiro. Então, ele afastou o kimono, deixando seu membro tocar aquela entradinha rosada que já se contraía.

-Ahn... Quero... Enfia logo, Fênix.

-E aproximar a morte deles? – Shaka olhou em volta, reparando em todos os olhares que lhe eram dirigidos.

-Eu estou com tesão, não me importo com eles.

-Ahn... Mas eu quero me vangloriar mais um pouco de poder te comer, enquanto eles nem sequer podem te tocar. – O indiano, já corado pela excitação, sentiu o rosto um pouco mais quente. Ikki sabia ser tão pervertido quando queria...

-Você pode fazer isso depois... Agora eu te quero dentro de mim... É uma ordem. – Fênix lambeu os lábios novamente e abriu bem as pernas de Shaka, levantando um dos joelhos do loirinho.

-Como queira, mestre. – Ikki forçou o quadril para frente, penetrando Shaka até o final, fazendo com que o loiro gritasse e arqueasse as costas.

-AAAAAHNNN... Iiiikki... Hum... – O grito agudo que escapara dos lábios rosados do indiano conseguiram excitar ainda mais a platéia vibrante. Ele puxava o kimono com as mãos, quase rasgando o tecido, e rebolava sensualmente sobre o membro de Ikki.

-Hum... – Ikki gemeu abafado e o loiro tentou se acostumar rapidamente, enquanto arfava e estremecia. – Agora... Eu vou te fazer gritar muito mais...

Fênix estocou a primeira vez, fazendo Shaka soltar um gemido de dor, mas que aos poucos foi substituído por gemidos de prazer, que eram capazes de enlouquecer qualquer mortal.

O indiano continuava a se mover, rebolando, enquanto gemia mais alto. Podia sentir seu corpo ser rasgado pelo membro enorme de Ikki, que parecia crescer ainda mais dentro dele. E o melhor de tudo, na exibição daqueles dois era que eles tinham o controle de tudo e todos. Com apenas um gemido baixo eram capazes de provocar os sentidos daqueles velhos tarados e burros.

-Ahn... Mais forte, enfia mais forte... Hum... – Se mostrar daquela forma deixava seu ego ainda maior, pois sabia que seu corpo era mais desejado à medida que ele se mostrava e se movia daquela forma tão sensual.

Os palavrões, a forma com que rebolava e abria as pernas, tudo era capaz de entorpecer os sentidos, não só dos telespectadores, mas de Ikki também, que aos poucos perdia a noção do que estava fazendo.

-Shaka... – Era demais para agüentar, aquele loiro era muito mais do que qualquer um podia sonhar em ter, era insaciável demais. – Quero que você goze agora... – Para satisfazer ainda mais o desejo daqueles velhos, Ikki levou uma das mãos do loiro ao sexo dele.

O indiano entendeu o recado e começou a se masturbar, lambendo os lábios, sem deixar de se mover. Fênix sentiu seu corpo estremecer com aquilo e assim que viu Shaka gozando em cima de si mesmo, acabou por se entregar ao orgasmo também.

-Ahn... Ahn... – Aqueles gemidos que saíam dos lábios de Shaka se tornaram ensurdecedores, ninguém mais era capaz de agüentar a cena que se desenrolava.

Porém, enfim, Ikki soltou os quadris de Shaka, puxando a mão do loiro para lamber o sêmem que escorria.

-Fênix... Onde está minha recompensa?

-Estou lambendo ela agora... – O moreno provocou, limpando o sêmem do peito e pescoço do loiro.

-Hum... Por mais que seja tentador concordar em te deixar lamber meu corpo, quero ver o sangue deles espirrando.

Ikki concordou com a cabeça, mas deixou seu corpo acalmar um pouco, antes de fechar o kimono e colocar a mão na espada. Shaka não se moveu um milímetro, continuou deitado na mesa, de pernas abertas, olhando para cada um dos homens com uma expressão divertida e pervertida.

oOoOo

 

-Kamus... Levante-se!

-Saga... Não agüento mais...

-Tem que agüentar... Levante-se!

O menino ruivo que sangrava na neve pálida não era mais aquele garotinho de outrora... Agora ele tinha quatorze anos e já lutava mais de três tipos de artes marciais. Porém seu mestre nunca parecia satisfeito e sempre forçava até a última gota de sangue seu ruivo discípulo.

-Levante-se... Agora! – O homem sussurrou, sem mover um único músculo do corpo. Kamus se apoiou na neve avermelhada por seu sangue e tentou dar um impulso, mas seus membros estavam amortecidos demais para isso.

-Não... Consigo... Me mate se quiser, mestre, mas não consigo levantar mais... – Dizendo isso o rapaz desmaiou, arrancando um sorrisinho de vitória de Kanon.

O grego levou o garoto até a casa, carregando-o no ombro. Deixou que ele se recuperasse por três dias e voltou ao seu quarto para ver como o francês passava.

Kamus tinha acabado de acordar, depois de passar os últimos dois dias e meio em um quase coma. O ruivo parecia bem melhor agora que o sangue fora limpo e as cicatrizes curadas. Seu corpo estava forte novamente.

-Desculpe-me, mestre, eu fracassei.

-Não... Você conheceu o seu limite. – Kanon respondeu, sentando-se na cama.

-Mas... Eu pensei que você me ensinasse a superá-lo...

-Sim, Kamus... Mas para superar seu limite você precisa antes conhecê-lo. – O francês sorriu e concordou, sabendo que Kanon tinha sempre razão. – Deixe-me contar uma coisa...

Nesse instante Saga adentrou no quarto, sentando-se na poltrona ao lado da cama do ruivo. Assim, Kanon começou sua história.

-Quando você era só um garotinho magrelo e nós começamos o seu treinamento, você não agüentava nem quinze minutos sem camisa na neve... há três dias você agüentou vinte e quatro horas de luta intensiva, usando só uma calça... Num frio intenso. Então, eu digo que agora você conheceu seu verdadeiro limite... Aquele que só se supera com muita vontade. Uma vontade que não depende de você, ruivo... Uma vontade que depende mais da vida que de qualquer coisa.

-O que quer dizer?

-Ele quer dizer que é uma coisa que só acontece quando você deseja proteger alguém que ama. – Kamus virou o pescoço para encarar os olhos frios de Saga, que por um instante eram a coisa mais calma do mundo.

-Não entendi, mestre.

-Quando amamos muito alguém temos uma responsabilidade maior com nossas vidas e isso nos faz desafiar o último limite, aquele que há três dias você considerou insuperável. Mas se Kanon fosse matar alguém que você amasse muito, esse limite seria facilmente superável...

-Isso. Não se preocupe com essas coisas agora, Kamus... Descanse mais um pouco. Amanhã é seu aniversário de quinze anos... Queremos você inteiro.

Saga e Kanon trocaram um olhar entre si, que o francês não entendera. Mas aqueles gêmeos tinham uma peculiaridade... Eles pareciam ler a mente um do outro.

Continua...

Notas da Autora:

Ta... Eu confesso que achei exagero de minha parte escrever a cena entre Shaka e Ikki, mas eu gostei dela, ao menos. Espero estar agradando...

As partes em itálico são flash backs, deu pra perceber? To contando um pouco da história do Kamus e dos gêmeos.

Os reviews serão respondidos por e-mail depois. Por hoje vou comentar algumas coisas apenas! Valeu por terem mandado review! Bjus.

Comentários:

Obrigada por lerem e não desistirem de mim!

   
   
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