Aos poucos...
 
   fase um  
 

Aos poucos iremos colocando aqui fatos e histórias que desvendarão e esclarecerão sobre as mascotes oficiais do site ^_^

Segue uma uma pequena história contada pela criadora do designer das mascotes.. Yoiko Takabayashi...

Os nomes....???? bem... eu implorei pra Illy para q eu pudesse escolhê-los ^_^ e taskei a correr atrás de nomes bem lesgais... com direito a origem, significado e tudo o que se pode imaginar sobre memória pessoal e familiar.... olha a profa falando ^_^

Bom... ainda estou acertando detalhes... então conforme for montando a "ficha" de cada um deles, irei postando nessa seção ok?!?!!?

Por enquanto divirtam-se com a história criada pela Youko ^_^

Bitocas

Dhanda

 

 

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XYZ

Escrito e criado por: Youko Tabakayashi

Especialmente para o aniversário do XYZ...

“Y”

Mansão XYZ, 1:30 AM

“Era uma vez, uma mulher chamada Alice que estava esperando trigêmeos..” ?

– Mas que merda é essa? Apaga isso agora! – O rapaz de cabelo curto começou. Não estava acreditando que o irmão havia escrito aquilo.

         – Mas eu pensei... A maioria das histórias começa assim! – O que estivera escrevendo até então retrucou. Como X podia ser tão chato?

       Só se for na sua cabeça!

– Calma gente... Vamos ser um pouco mais maleáveis, ok? – Z, que até então estivera calado apenas olhando a cena se intrometeu. Se as coisas continuassem daquele jeito, alguém sairia machucado. - Olha só X, a gente pode começar daquele jeito mas se você preferir, nós melhoramos um pouco...

– É melhor mesmo porque isso está... Argh! Que desgraça! Não acredito que fui gerado na mesma placenta que vocês! – Não importava se Y achava que um texto era escrito assim. Simplesmente não era e pronto... E Z também não tinha que se meter.

– Calma, calma... E você também X, nada de violência!

– É .... Hahahahahaha Senão você gama, né Z?? – Y fez mais uma de suas típicas piadinhas. Era sempre assim. Mesmo que o assunto não tivesse nada a ver, ele tinha que fazer alguma piadinha maliciosa.

– PAREM COM ISSO! Mas que droga, estou tentando ajudar e vocês ficam com essas brincadeiras..!!

– Tudo bem... Então, já que eu e Y não conseguimos entrar em acordo, você escreve.

– Eu!? Mas eu não...

– Ah, que idéia maravilhosa! Assim eu só tenho que falar o que aconteceu e depois criticar o resultado... AHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!! – Ah, aquilo era maravilhoso. Já que não podia escrever e o tããão inteligente X também não queria, Z faria todo o trabalho e não precisaria fazer nada além de sentar na sala e assistir TV!

–... Doente.

– Que é que você disse, X!??? – Ah, aquele X. Ele nunca fazia nada com o Z, afinal ele era o caçula, mas com o Y.. Era só briga. Não podiam se encontrar que já estavam brigando.

– Nada.

–.... Esses dois... Então ta, né. São dois contra um. Mais tarde eu começo a escrever.

RRR

Cozinha, 9:40 AM

– Bom dia, jovens! Hahahahahaha A madrugada foi boa? Hm? Ah, eu adoraria tomar café da manhã, mas já é quase hora do almoço, então posso esperar. Por hora vou... Tomar sorvete. – Y entrou na cozinha apenas com uma blusa branca meio aberta e sua boxer. Era incrível como Y adorava ficar quase sem roupa o tempo todo. Pelo menos ele não saía daquele jeito à rua.

– Você podia comer alguma coisa mais saudável.. – Z aconselhou. Era seu dia de fazer o almoço, então estava cortando as cenouras calmamente, como sempre fazia. Talvez aquele seu jeito calmo fosse a única salvação daquele trio...

– Eu não preciso realmente. Sou perfeito, posso comer o que quiser... AHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA!!!

...

– Mas que barulho é esse logo pela manhã!? Ah, só podia ser você, Y. Eu sabia... Desgraça.... Bom dia Z.

– Ah.. Bom dia... Bem.. Eu.. Eu vou começar a escrever, ok? Quem vai querer me contar primeiro..?

       Eu vou!! Eu! Eeeeuu!!! Eu soube sobre vocês dois primeiro!

       Tá certo... Depois eu chamo você, X.

– Uhum.

RRR

Na biblioteca...

– Pode começar.

– Bom... Tudo começou quando...

Bem vindo ao mundo XYZ, leitor. Eu sou Z, e serei seu narrador. De antemão, vou avisando: se você só gosta de terror, ação, ficção ou qualquer outro gênero nessa linha, você não está no lugar certo.

Você foi avisado.

Nossa história começa nos bastidores do Cirque du Soleil, em Paris. Muitos poderiam pensar “mas que início estranho!”, mas acredite: essa não é a parte mais impressionante da história...

– My God! What a pressure! Anyway.. Que bom que fizemos tudo certo… - Uma das contorcionistas falou aliviada, assistindo ao espetáculo que acabara de apresentar na tv.

– Uhum! É .. Olha! – A outra falou – Nessa hora eu quase perdi o equilíbrio! Incrível... Nem parece que aconteceu alguma coisa fora do normal!...  Que bom!! Mas vou treinar mais para não errar nada na próxima...

A conversa estava animada nos bastidores. Alguns se trocavam, outros assistiam ao espetáculo e outros já estavam preparando as malas. Partiriam no dia seguinte. Aquele era um espetáculo novo, e por isso ainda não tinha lugar fixo. Iriam para a Grécia e de lá para a China.

– Lince vem aqui!

–  M’avez-vous appelé?

– Chamei sim.. Está na hora da sua cena ! Não vai querer ver?

– Hm... Acho que sim. Termino de arrumar a mala depois de assistir. – o francês se aproximou e sentou sorridente no chão, esperando sua cena começar e quando a viu seu sorriso apenas aumentou. Estava perfeito, como sempre.

Jean era contorcionista desde criança. Já fazia treze anos que entrava no palco para arrancar gritinhos de surpresa. Para falar a verdade, ele mal sabia como havia chegado ao circo. Quando dera por si, já estava fazendo apresentações, aos oito anos. Mas não podia reclamar. Seu salário estava bem acima da média, tinha uma casa, amigos... O próprio circo se tornara sua família.

Um outro fato que deixava a si próprio intrigado, contudo, era a cor de seus olhos, um amarelo esverdeado raríssimo, causado por um erro no código genético. Muitos inclusive achavam que usava lentes de contato, mas felizmente ele possuía uma visão maravilhosa e não gostava desse tipo de artifício. A cor de seus olhos, entretanto, era tão chamativa que seus amigos o haviam apelidado de ‘Lince’ ao invés de chamá-lo por seu verdadeiro nome, Jean.

Talvez para muitos aquilo fosse estranho, mas acabara se acostumando ao fato. Aos vinte anos, entretanto, recebera uma carta que continha uma foto, e no verso desta tinha escrito ‘XYZ’ em letras enormes, mas na qual havia apenas uma única criança.

“Será que sou eu?” foi a primeira coisa que pensara na época, mas a preocupação logo foi embora. Algum tempo mais tarde resolveu tatuar o ‘XYZ’ que vira na foto. Não compreendia o significado daquela sigla, claro, mas a sonoridade era boa e por isso resolvera tatuar. Se alguém perguntasse o porquê seria fácil responder: “Eu gosto dessas letras. Só.” E caso aquilo não desse certo... Bom, tatuagem permanente era tatuagem permanente.

Ao final da apresentação todos terminaram de arrumar suas malas e resolveram aproveitar o resto da noite com estilo: iriam todos para uma danceteria:

 – Ah, que maravilha! Primeira vez que venho à Paris, sabiam?? – Um dos malabaristas vibrou – Vou ficar com muitas garotas hoje! Ah, se vou!

– Hahahaha isso se alguma garota se interessar por você, né Cid?

– Mas o que é isso! Claro que elas vão gostar de mim! Olha como sou lindo! Hahahahahaha

E todos riram alegremente. Qualquer um que os visse no meio da rua poderia dizer que eram loucos por rir de tão pouca coisa, mas era muito reconfortante saber que mais uma temporada fora terminada com sucesso. Entretanto, nem todos sorriam alegremente.

Jean andava à frente de todos, calado e olhando para o nada. Contudo, sua roupa típica francesa – Uma blusa branca com listras pretas na horizontal, calça preta colada com um cinto pequeno apenas para enfeitar e por último, mas não menos importante, o lenço avermelhado amarrado no pescoço – que além de lhe dar um ar sensual deixava claro sua nacionalidade, não podia ser vista naquela noite fria. O grosso casaco negro e o cachecol azul marinho escondiam suas roupas e contrastavam com seu cabelo cor de fogo.

– Hmmm – Uma outra garota do grupo falou para tentar amenizar o clima – Maass, lembre-se Cid, que você não é o único garanhão aqui... Sempre que saímos com Jean ele pega todas! Hahahaha Não é?

– Ah, é sim. Não sei o que esse cara tem! Deve passar perfume de hormônio!

E finalmente conseguiram fazê-lo rir.

Se você quer saber o que eu penso, leitor (a) saiba que, na realidade, não consigo crer que ele fosse tão sério. Se você estiver pensando “talvez se sentisse sozinho, e por isso fosse tão sério assim”, creia em sua afirmação, pois acertou em cheio.

Embora tivesse muitos amigos, nenhum deles jamais conseguiria suprir o vazio que sentia. Era como se a tristeza o esmagasse todos os dias, e as únicas coisas que o fazia esquecer-se de seus problemas temporariamente eram as noites de farra e as apresentações. Nem mesmo à noite sentia-se bem. Para parar a solidão pensara até mesmo em se drogar, mas aquilo não lhe traria benefício nenhum.

– Vamos parar com isso pessoal... Não sou nada disso que dizem...

– Nããão!! É pior!! Hahahahahaha

E todos caíram na risada. Até mesmo o próprio Jean começou a rir. Talvez devesse esquecer aquilo tudo e seguir com a própria vida. Já estava velho demais para ficar sentindo solidão.

Chegaram ao bar e a festa começou. As garrafas de cerveja passavam de um lado para o outro, a conversa estava animada e tudo corria muito bem. As horas passaram cada vez mais e a noite arrastava-se infinitamente. Jean podia sentir que naquela noite aconteceria alguma coisa. Só não sabia o que poderia ser.

O tempo passou e pouco a pouco seus amigos foram embora. Na noite seguinte todos partiriam, então queriam estar devidamente descansados. Jean, entretanto, ainda estava muito ativo e nem um pouco bêbado, por isso resolveu ficar mais um pouco. Talvez, se dormisse com alguma garota por aí ficasse cansado o suficiente para ir dormir, talvez não... Mas nunca era ruim tentar.

Saiu do bar e caminhou por um bom tempo, e já estava quase chegando ao que ele chamava de ‘Zona Alegre’ – que, em verdade, nada mais era do que um prostíbulo – Quando foi abordado por uma garota raivosa:

Narciso! O que você faz aqui, hm?? Pode por favor me dizer porque resolveu me dar um fora!?? E POR MENSAGEM DE CELULAR??? NÃO SOU BOA O SUFICIENTE PRA VOCÊ? É IS... Ué.. O que aconteceu que você tirou os Piercings...? E desfez a trança? – A mulher olhou-o de cima a baixo – Esse tipo de roupa... Não é mesmo a sua cara.. Quero dizer... Você é...

– Hm... Mademoiselle.. Acho que... A senhorita se enganou.. Eu não me chamo... Narcisse – Falou o nome em francês – Então...

– Mas não é possível...! Você... É a cara do Narciso! Os mesmos olhos, a mesma boca... A mesma altura, tipo de cabelo... Como...?!?

– Olha, existem muitas pessoas parecidas no mundo, então acho que você realmente cometeu um engano, ok? Se me der licença, eu tenho que ir...

– Não, não, não! Não é coincidência! Olhe aqui!

A mulher tirou o celular da bolsa rapidamente e mexeu no joystick do telefone a procura de algo. Logo pareceu encontrar o que queria e mostrou a tela para Jean, que deixou o queixo cair levemente. A pessoa da foto era exatamente igual a ele, tirando, claro, os piercings e o corte de cabelo, mas até a cor dos olhos era a mesma! Olhou seguidas vezes da mulher para a tela do aparelho... e ainda assim, não conseguia acreditar.

– Olha, me desculpa mesmo... É que eu nunca achei que encontraria alguém tão parecido com ele... Principalmente aqui na França.. – Desculpou-se a garota, percebendo a confusão do homem à sua frente – Mil perdões.. E eu também fui boba... Ele é muito sensível ao frio...

– ...De onde esse Narcisse é...? – Perguntou hesitante. Pelo que sabia, muito provavelmente era a única pessoa no planeta com olhos amarelos, e aquilo era coincidência demais pra ser verdade.

– Bom.. Na Grécia...

Aquilo sim, era mais que coincidência. Seria o destino? Talvez. Mas a verdade é que não estava acreditando: no dia seguinte estaria embarcando em um avião para o país em que havia uma pessoa idêntica a si!

– Ah, entendo. Olha, foi bom falar com você, mas.. Ele é só bastante parecido comigo. – Sorriu – Então acho que se enganou. Boa noite!

E então deu as costas, rumo ao circo. Lá chegando nada falou. Deu boa noite a todos e foi dormir. Já eram 3:30 da manhã e tinha coisas demais na cabeça. Talvez uma boa noite de sono o ajudasse a pôr as idéias em ordem.

RRR

Longe dali....

Algum lugar da Grécia - 5:30 da manhã

– Uaaahh...Que manhã linda... Para uma tatuagem... Huhuhuhuhu – O homem ruivo vestia apenas um hobby azul escuro e mais nada – Mas antes... Um bom café da amanhã e um bom descanso. .Depois, à agulha!

Falou entusiasmado - já fazia algum tempo que tinha a vontade de fazer aquilo. Aquele alfabeto nem ao menos era do seu país, mas qualquer pessoa poderia adivinhar que letras eram, graças ao inglês.

“XYZ”...

Oh, sim, Sabia bem onde iria colocá-las...

RRR

– Hmm! Quer dizer que você sabia bem onde ia colocá-lo, é? Mas que maravilha! Huhuhuhu... Na realidade... Mas que maravilha mesmo! Eu adoro ler o XYZ... Principalmente o Z, irmãozinho!

– Y, sai de cima, por favor? Eu estou tentando escrever...!!

– Ah, que escrever que nada... To querendo outra coisa, muito mais interessante que isso...

– Será que dava pra pelo menos me perguntar se eu to afim, antes de começar a tirar a minha roupa e.. Ei!! Aí não!!

– Ah, mas você gosta assim! Eu sei que gosta, afinal de contas... Para quem gosta de BDSM... O que é uma dorzinha, né?

– ....

– Hm... Bom menino... Agora, não faz barulho pro X não ouvir...

– Mas eu...

– Shhh!!

–  ....Então... Faz... Mais que isso... Prometo que não vou quebrar...

Continua...

 
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